Pulseira no paciente
Fica no pulso e anuncia por Bluetooth de baixo consumo. A bateria dura meses, ninguém precisa carregar nem apertar nada, e o paciente não precisa saber que ela está ali.
O Comodoro acompanha paciente e maqueiro sala por sala, chama quem está mais perto e registra a entrega quando ela acontece.
Ninguém precisa apontar leitor, passar crachá na catraca ou anotar em papel. Os três equipamentos abaixo fazem isso a cada poucos segundos.
Fica no pulso e anuncia por Bluetooth de baixo consumo. A bateria dura meses, ninguém precisa carregar nem apertar nada, e o paciente não precisa saber que ela está ali.
Mostra o chamado na tela com a contagem regressiva e aceita no botão. O maqueiro usa o mesmo botão para confirmar que pegou o paciente e que entregou no destino.
Fica no teto de cada sala, escuta quem está por perto e decide quem está de fato dentro dela. A instalação é tomada e WiFi, sem obra.
Você escaneia o andar com o LiDAR do iPhone e ele vira a planta dentro do sistema. Cada sala fica na posição e no tamanho reais, e os gateways são posicionados sobre essa base.
Quem abre o chamado escolhe como o paciente vai ser levado, então o maqueiro já sai com o equipamento certo em vez de descobrir na porta do quarto e ter que voltar.
O painel mostra a planta com as pessoas se movendo nela, então quem coordena entende a situação de relance.
O painel da feira roda em modo simulação: os gateways, os pacientes e os maqueiros são gerados por software, sem hardware ligado. A API, porém, é a mesma de produção e está aberta.
app-comodoro.geecko.solutions
É onde a equipe trabalha: abrir o chamado, escolher maca ou cadeira e acompanhar o maqueiro atravessar o corredor no mapa. O acesso é por conta nominal, criada para cada hospital.
Ver funcionandoapi-comodoro.geecko.solutions
É o mesmo backend. Um gateway de verdade pode reportar agora mesmo e entrar no mapa ao lado dos simulados, e dá para abrir chamados por HTTP sem passar pela tela. A chave sai no cadastro do gateway.
# um gateway se anuncia e recebe a calibração e a whitelist
curl -X POST https://api-comodoro.geecko.solutions/api/gateway/report \
-H 'Content-Type: application/json' \
-H 'X-Gateway-Key: SUA-CHAVE' \
-d '{"gateway_id":"MEU-GW","room":"Sala 1","devices":[]}'
Medir posição por Bluetooth é fácil de fazer mal. Cada regra abaixo existe porque a versão simples dela falhou em hardware de verdade.
Dois gateways ouvem a mesma pulseira o tempo todo. Para mudar de sala, o de fora precisa vencer por uma margem e sustentar essa vantagem por alguns segundos, então um pico isolado de sinal não tira ninguém do lugar.
O corredor ouve o andar inteiro, inclusive quem está na cama logo depois da porta. Por isso ele precisa de uma margem maior para reivindicar alguém, e acaba registrando a passagem sem tomar a sala.
Para concluir, o gateway do destino precisa ter detectado o maqueiro. Quando a sala não tem cobertura, o operador encerra manualmente e isso fica registrado.
O corredor é uma faixa com vários gateways enfileirados. Quando alguém é ouvido pelo segundo e depois pelo terceiro, dá para saber o sentido do trajeto.
A demonstração roda com hardware de bancada em qualquer sala. Em uma tarde dá para cobrir um corredor e ver o mapa se mexer.
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